João escreve
sua primeira carta
àqueles que
ouviram a mensagem,
receberam-na e precisam
crescer espiritualmente:
"Se afirmarmos
que estamos sem
pegado, enganamo-nos
a nós mesmos"
(I João 1:8)
Pecado, segundo
Isaías, é
tudo aquilo que
nos separa de Deus,
"porque Deus
não coabita
com o pecado".
Podem ser pessoas,
sentimentos, atitudes
e atos.
Aceitando, verdadeiramente,
Cristo como Salvador,
somos expurgados
do pecado contra
o Espírito
Santo, que é
a incredulidade.
Mesmo passando a
viver como filhos
de Deus, Paulo diz
que continuamos
a ser tentados e
provados, nesse
processo da santificação,
que vai até
a eternidade. São
esses pecados de
nossa vida terrena,
do "velho homem"
em luta contra o
"novo homem"
que são denunciados
por João:
dizer que não
caímos neles,
de vez em quando,
é um engano.
O Apóstolo
João, porém,
não tem a
intenção
de nos diminuir,
mas de nos ensinar
a enfrentar as falhas
da vida cristã.
Por isso, no verso
seguinte ele dá
a receita: de início,
reconhecer nossas
fragilidades; depois
de identificá-las,
confessá-las
explicitamente ao
Senhor; então,
abrir o coração
e aceitar a fidelidade
de Deus em nos perdoar
os pecados e nos
purificar de toda
a injustiça.
João e Paulo
concordam em que
a vida cristã
é uma luta
constante contra
as forças
do mal. E eles concordam,
também, que
nossas vitórias
espirituais não
vêm de nós,
mas do Cristo, que
nos ama. Portanto
temos que estar
buscando o conhecimento
da Palavra dita
por Nosso Senhor
e Salvador Jesus
Cristo e resistirmos
ao diabo.
Não nos
enganemos a nós
mesmos, a verdadeira
batalha não
é contra
sangue e carne e
sim contra os principados
(desejo de ser
servido), potestades
(desejo de poder)
e dominadores (desejo
de querer)
que contamina todo
indivíduo
desde a desobediência
no Edem.
Lembre-se que Jesus
foi tentado da mesma
forma e resistindo,
não pecou.
Por isso Ele é
o nosso único
exemplo, caminho
para nos santificar
pela obediência
aos seus ensinamentos
para conquistarmos
a salvação.