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Quadro de avisos |
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A ansiedade é o resultado natural de
centralizarmos nossas esperanças em
qualquer coisa menor do que Deus e sua
vontade para nós. |
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Leia o
testemunho de
Rodolfo
Arantes |
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Data: |
16/11/2008 |
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Ministrante: |
Ev. Ismael |
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Tema: |
Qual
é a tua ocupação. |
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Palavra |
Jn.
1.8 |
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(
Ouça este sermão )
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Data: |
12/11/2008 |
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Ministrante: |
Ev. Ismael |
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Tema: |
Buscando as Bênçãos
de Deus |
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Palavra |
Salmo 107.20 |
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(
Ouça este sermão )
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Data: |
09/11/2008 |
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Ministrante: |
Ev. Carlos |
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Tema: |
Estar no barco com
Jesus |
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Palavra |
Mateus 8.18-27 |
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(
Ouça este sermão )

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Evangelho
de Mateus
Capítulo 6
Jesus quase não falou de muitos temas que não
saem de nossas conversas e preocupações.
Por exemplo, o amor entre um homem e uma mulher
não tem Nele um poema, uma fala, um discurso. E
acerca de sexo, Ele falou quando forçado pelas
circunstâncias ou em razão de questões de
outros.
Porém, por Ele, espontaneamente, tais temas não
foram propostos.
O mesmo não se pode dizer da ansiedade.
A ela Jesus reserva significativo espaço no bojo
de Seu ensino essencial: o Sermão do Monte.
De fato, isoladamente, é o assunto tratado de
modo mais ilustrado e longo em todo o sermão
(Mateus 5 - 7).
E por quê? Ora, as razões são muitas. E os
básicos logo as associam às dificuldades da
existência em todos os tempos; os psicólogos não
resistem à tentação de associá-la ao mundo
estressado no qual todos vivemos; tratando,
assim, não da própria ansiedade, mas dos agentes
contemporâneos de sua emulação.
De fato, há muitas causas secundárias quando se
pensa em ansiedade. No entanto, no curto espaço
deste texto, quero apenas falar acerca de três
causas essenciais.
1. A ansiedade como perversão do olhar
prospectivo. De fato, só somos ansiosos porque
fomos dotados da bênção do olhar prospectivo.
Fomos feitos capazes de olhar para o futuro
mediante a imaginação, a lógica histórica, a
acumulação de experiências e, sobretudo, em
razão da necessidade humana de pensar no dia de
amanhã, no qual, miticamente, estocamos o bem e
o mal, dependendo de nosso estado de espírito.
Todavia, como disse, a ansiedade é uma perversão
de uma virtude: a bênção do olhar prospectivo.
Na realidade, a ansiedade é a esperança vivida
como experiência do pecado de ser, o qual se
manifesta como incapacidade de crer no cuidado
de Deus em razão de nosso descuidado para com
Ele em amor. Assim, ansiedade é a expectativa de
que no amanhã estaremos em perigo. O pecado
perverteu todo olhar perspectivo e prospectivo.
2. A ansiedade como a esperança da Queda. Na
realidade, a ansiedade é a maligna manifestação
da “esperança na Queda”. Num mundo onde o ser se
sabe afastado de Deus, toda expectativa é sempre
contra nós, e sua forma existencial e
psicológica de se fazer desesperança é mediante
a ansiedade.
3. A ansiedade como desconfiança de Deus. Quando
Jesus enfatizou a ansiedade como problema, o que
Ele diagnosticou como causa foi a falta de
confiança real no Deus real, no Deus que cuida,
que é Pai, que está atento, que se dedica a
ervas e pássaros, e, portanto, tem muito mais
razão para cuidar da existência humana. E tudo
quanto Jesus disse acerca da ansiedade se faz
concluir com um convite a entrega total à
confiança no reino de Deus; ou no Deus que reina
sobre a vida; especialmente sobre os detalhes
mais sutis. Assim, Jesus mandou que a fonte da
energia espiritual e vital de cada um de nós se
concentrasse apenas nas coisas que carregam o
espírito do reino de Deus, pois, assim, seremos
agidos por Deus, que é o que faz com que todas
as coisas necessárias à vida nos sejam
naturalmente acrescentadas.
Onde há ansiedade, aí ainda não há a prevalência
da confiança. Ou, então, aí se instalou “um
vício de sentir contra nós”, o qual só pode ser
vencido mediante a entrega em fé ao amor e aos
cuidados misteriosos do Pai.
Caio Fábio
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